Neste fim de semana vi um filme que fez eu me sentir burro: foi Belle de Jour (1967, Buñuel). Fora a atuação desconcertante (no bom sentido) da Catherine Deneuve, o filme vai alternando momentos do presente e do passado, alguns pretensamente reais, outros imaginários, e todos simbólicos. É muito bom mas é um enigma que não decifrarei.