o meu pai morreu (de outras causas) no auge da pandemia, aquela época de velórios restritos, etc.
Eu quase não guardei nenhuma lembrança física dele, mas acabei ficando com a caneta que ele tinha no bolso quando foi internado, dessas que se compra em papelaria de bairro mesmo.
Sabem o que eu faço com ela? Escrevo. Coisas do dia-a-dia, anotações, recados, lembretes, os fatos da vida. Me parece uma boa homenagem.